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EnoGastronomia

Código: LGH1211    Sigla: ENGAS

Ocorrência: 2017/2018 - 2S

Área de Ensino: Hotelaria

Cursos

Sigla Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos Horas Contacto Horas Totais
LGH Desp. n.º 25224/2009 (alterado aviso n.º9856/2012) 4 ECTS 42 106

Horas Efetivamente Lecionadas

Docência - Horas

Teórico-Práticas: 2,00
Outro: 0,80

Objectivos, Competências e Resultados de aprendizagem

RESUMO DESCRITIVO DA UNIDADE CURRICULAR

A unidade curricular de gestão de enogastronomia tem o objetivo de desenvolver competências na área da gastronomia, do sector vitivinícola e das suas interligações.
Serão fornecidos conceitos teórico-práticos de enogastronomia e, sempre que possível, será proporcionado contacto com a prática experiencial destas funções no âmbito empresarial.

OBJETIVOS E RESULTADOS ESPERADOS DA APRENDIZAGEM

A conclusão desta unidade curricular deve permitir aos alunos obter um conjunto de conhecimentos teórico-práticos, que permitem percecionar a importância da enogastronomia no contexto de gestão hoteleira. Pretende-se proporcionar aos alunos as bases que permitam entender e conceber a ligação entre a gastronomia e os vinhos de forma a criar uma oferta competitiva.


COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER

No final da unidade curricular, os alunos deverão ser capazes de:
- Percepcionar a enogastronomia como um dos pontos críticos de sucesso da oferta na área da gestão hoteleira.
- Obter a capacidade de desenhar uma oferta gastronómica e vínica competitiva.
- Maximizar a rentabilidade do negócio gastronómico e vínico num contexto de gestão hoteleira.

Programa

Parte I Noções fundamentais
I.1  Conceitos gerais
I.2 Importância da enogastronomia
I.3 A evolução da gastronomia em Portugal
I.4 O setor vitivinícola em Portugal


Parte II Cultura enogastronómica internacional
II.1 Principais regiões vitivinícolas mundiais
II.2  A gastronomia associada às regiões vinícolas


Parte III Harmonização
III.1 Teoria Geral da Harmonização
III.2  Principais castas e ligações gastronómicas


Parte IV Turismo gastronómico
IV.1 Relevância económica do turismo gastronómico
IV.2 Promoção do turismo gastronómico

Parte V  Estudos de Caso

Bibliografia Principal

NOVAKOSKI, Deise; FREIRE, Renato;A arte de harmonizar cardápios e vinhos, Senac, 2005
ALMEIDA, Maria João;Guia de Enoturismo de Portugal, Zestbooks, 2014

Bibliografia Complementar

Vários;Gastronomia Regional Portuguesa, Impala, 2004
APTECE, Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia;Manual Prático de Turismo de Culinária e Economia, APTECE, Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia, 2004

Métodos de Ensino

- Exposição teórica dos conteúdos programáticos, complementada pela elaboração, discussão e análise de casos práticos e didáticos (promovendo a pesquisa, a procura de auto-conhecimento, organização das perceções e a capacidade de argumentação);
- Interação de conhecimento, através da discussão de artigos científicos, textos, vídeos, seminários orientados por convidados e uma visita externa.
- Acompanhamento dos alunos no estudo, análise de casos e resolução de projetos.

A aprendizagem será consolidada pelos alunos através do estudo individual, e será aplicada na resolução e defesa de casos práticos.


Modo de Avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Avaliação Contínua

Elementos de Avaliação Contínua:
Participação da turma: 10%
Realização de trabalho com apresentação oral: 30%
Dos dois testes escritos individuais: 60%
TOTAL: 100%

Nos termos do Regulamento da Licenciatura:

1. A presença efetiva dos estudantes nas aulas será objeto de registo e, caso o número de faltas por estudante exceda 30% do número total de sessões de contacto previstas para cada unidade curricular, será automaticamente transferido para a avaliação final da época normal.

2. Nos testes escritos e nos elementos de avaliação referidos nas alíneas b) a e) do nº 2 do Art. 39º é necessária a obtenção de uma nota mínima de 7,5 (sete vírgula cinco) valores.

3. Caso o estudante falte ou obtenha uma classificação inferior a 7,5 valores nos testes ou nos elementos de avaliação referidos no número anterior, será automaticamente transferido para a avaliação final da época normal.

4. Caso o estudante falte ou obtenha uma classificação inferior a 7,5 valores no segundo teste escrito (realizado na mesma data da prova escrita final da época normal) poderá requerer inscrição para avaliação na época de recurso.

Avaliação Final

Exame Final (100%).

Os trabalhos práticos ou teórico práticos poderão também ser considerados, com uma ponderação correspondente a metade da considerada no âmbito da avaliação contínua, desde que o aluno comunique tal intenção ao docente através do preenchimento de impresso próprio a ser disponibilizado pelo docente no momento da realização da prova escrita.